Nós
Acho graça quando olho para trás e vejo o quanto fui tola e infantil ao achar que poderia dominar o tempo, pô-lo sob minha custódia e controlá-lo tal qual um fantoche. Nem os inúmeros romances que li nem as centenas de músicas que ouvi me ensinaram a ter paciência; eu vivia amores fulgazes, por vezes efêmeros. Creio nunca ter controlado minha fúria nem minha vontade de que tudo acontecesse ao meu tempo, à minha mercê. Qual o quê?! Penei. Sofri. Perdi.
Por sorte, destino ou qualquer outro nome que queiram dar, meu universo se fez todo azul para contemplar sua chegada nada sutil. "Pôs a porta abaixo" e invandiu, dos pensamentos aos poros, minha vida normal.
Meu equilíbrio se fez total e nessa hora reconheci sua luz em minha alma Contudo, não quero demorar-me a falar de ti (sim, sim, sim. Sou repetitiva). Quero apenas falar de mim. Eu que quero tanto o teu olhar, teu cheiro, teu toque. Eu que tenho tudo isso e mais: tuas palavras, tua risada, tuas bobeiras e breguices. Eu que não vi problema algum em fazer morada no teu peito e construir, pouco a pouco, a base de um sentimento que só eu pude te mostrar. Eu que faço isso como nenhuma outrora ousou.
Docemente acolhi teu passado e não quis dele te fazer livrar: quero tudo o que te representa.
Com carinho me dei e recebi, com delicada recíproca, tuas manias, o calor da tua pele e a certeza dos teus olhos.
Não, meu coração, nenhuma outra te teve - nem te terá - como eu tenho. Seu meio, seus arredores, seu topo... Tudo é meu. E eu, com suavidade, te enlaço no meu amor sem cobranças, pressão, agonia. Como bem dissestes, "não é uma responsabilidade só tua, é nossa. É uma cumplicidade". Sim, meu coração. É uma questão de cumplicidade nossa. Sou tua porque és meu. Nossa construção, nosso futuro presente...
Sempre, beijos nossos.
Aos demais, apenas beijos...

Por sorte, destino ou qualquer outro nome que queiram dar, meu universo se fez todo azul para contemplar sua chegada nada sutil. "Pôs a porta abaixo" e invandiu, dos pensamentos aos poros, minha vida normal.
Meu equilíbrio se fez total e nessa hora reconheci sua luz em minha alma Contudo, não quero demorar-me a falar de ti (sim, sim, sim. Sou repetitiva). Quero apenas falar de mim. Eu que quero tanto o teu olhar, teu cheiro, teu toque. Eu que tenho tudo isso e mais: tuas palavras, tua risada, tuas bobeiras e breguices. Eu que não vi problema algum em fazer morada no teu peito e construir, pouco a pouco, a base de um sentimento que só eu pude te mostrar. Eu que faço isso como nenhuma outrora ousou.
Docemente acolhi teu passado e não quis dele te fazer livrar: quero tudo o que te representa.
Com carinho me dei e recebi, com delicada recíproca, tuas manias, o calor da tua pele e a certeza dos teus olhos.
Não, meu coração, nenhuma outra te teve - nem te terá - como eu tenho. Seu meio, seus arredores, seu topo... Tudo é meu. E eu, com suavidade, te enlaço no meu amor sem cobranças, pressão, agonia. Como bem dissestes, "não é uma responsabilidade só tua, é nossa. É uma cumplicidade". Sim, meu coração. É uma questão de cumplicidade nossa. Sou tua porque és meu. Nossa construção, nosso futuro presente...
Sempre, beijos nossos.
Aos demais, apenas beijos...

Moça,
ResponderExcluirO que é isso? Mixplica? Que absurdo que foi esse texto, assim? Eu mudei de cor, enquanto li. Azul, tô azul. T-o-t-a-l-m-e-n-t-e.
Teu amor, teus melhores jeitos, tuas letras de nuvem. E não sei se o céu de Salvador tá amarelo, mas no meu lado de cá da Bahia, tava acinzentado. Acredita se eu disser que abriu o maior sol quando comecei a te ler? Entendo isso como fusão. Do meu bem estar. Da minha poesia. E dos teus versos, doces.
A surpresa maior de todas: o moço da foto. E por isso minha felicidade é dobrada. Pensava nele como escudo, e vi todas as defesas sendo rompidas de um jeito lindo. É amor, que faz despir assim?
Carinho, bêibe.
E um beijo.
que coisa mais linda! um amor assim, cheio de segurança, de força, de carinho.
ResponderExcluircomo deve ser bom...
aproveita esse amor, pra sempre.
e a foto, então? parece filme.
um beijo!