Partilha
Antes eu não entendia o real significado da palavra “compartilhar”. Ainda hoje não sei bem se ela exprime uma ação ou um conjunto complexo de atitudes. Só sei que ela não é apenas um verbo. E essa ideia de dividir ainda hoje me causa um friozinho na barriga. Vou explicar por quê. Há alguns anos eu fiz o que a maioria das pessoas faz quando sofre a primeira vez por amor: me fechei completamente e refutei qualquer tipo de apologia ao tal nobre sentimento. Piada, não? Logo eu, uma romântica descarada, negar a existência do amor?! Impossível! O que eu não entendia – por pura ignorância, concordo! – era justamente essa questão de partilhar; momentos, ideias, sonhos, medos, segredos. Nada disso me parecia comum e eu acabei temendo. Ainda bem que as coisas e as pessoas mudam, e eu agora faço parte dos “românticos assumidos” sem culpa. Faço declarações de amor, mando cartões, escrevo cartas, faço planos para um futuro a dois. O melhor é que tudo é realmente a dois: existe recíproca nessa minha fase e isso me faz duplamente feliz. Realmente hoje não posso pensar em minha vida a não ser em par. E ainda tenho muito que aprender. Por enquanto, levo a vida sendo leal ao meu coração e ao amor que resolvi abrigar dentro dele. Hoje eu me sinto completa.
No Twitter: http://twitter.com/carolineccoelho

Eu ainda sou metade. Espero um dia ser inteira. Espero muito. Espero poder passar pelas mesmas dúvidas tuas e assumir toda a descaração do romantismo. Porque é lindo e é isso o que importa. Importa é amar e em troca amado ser.
ResponderExcluirCarol,
Aquele texto foi o texto mais superficial que já escrevi. Vazio. E, ufa, ainda bem que você conseguiu rir! Haha. Fiquei mais tranquila.
Visitarei o blog indicado.
Beijo pra você. [E manda um oi para o seu namorado desaparecido].
Jaya!
ResponderExcluirManda o teu e-mail pra kkarvalhinha@hotmail.com
Beijos!
P.S.: "Não se afobe, não, que nada é pra já. O amor não tem pressa, ele pode esperar..."