NÃO TEM NADA PARECIDO COM O AMOR DA MÃE DA GENTE...

Mais um “dia das mães” e duas perguntas me coçam a cabeça: por que toda essa agonia com essa data? Vá lá que é tudo puro marketing para vendagem, mas para que tudo isso? Um verdadeiro “auê”.

A outra é: o que é ser mãe de fato? Parir, criar, amar, cuidar? Sim, sim. A dúvida é válida. Eu não tenho filhos, mas sou mulher e acho que só isso já me basta, né? Eu cuido, amo, me preocupo e faço mil coisas pras pessoas que estão a minha volta: pais, tios, primos, amigos. Já me sinto mãe só por isso.

Não preciso esperar ter filhos – se é que os terei! – para poder ser essa guerreira de que tanto se ouve falar nas três semanas que antecedem ao segundo domingo de maio, todo ano, década após década. Aliás, alguém sabe quando isso surgiu? Algo inútil, eu sei, mas resolvi pesquisar e eis o que encontrei:

“O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem norte-americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.

Em Portugal, o Dia das Mães é celebrado no primeiro domingo de Maio. Já no Brasil, é celebrado no segundo domingo de Maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas.

Em Israel o dia da mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o dia da família em Fevereiro”.

Bom, o fato é: ser ou não ser mãe não nos faz mais ou menos mulheres. Sermos filhas, netas, esposas, namoradas nos levam a cuidar, respeitar, paparicar, encher de mimos e de reclamações também nossos entes mais queridos. E isso, a meu ver, é ser mãe.

Parir, dar à luz, ter o bebê por parto normal, cesário, natural tanto faz. Sejamos francos: todo mundo tem um lado mãe de ser e de ver o mundo, só não é pra demonstrar isso em um único dia no ano, né?!

Depois disso tudo eu sou – sim! – muito mãe, logo, feliz dia das mães para mim também!! Para todos nós!

Ah! E para a minha querida mãe, uma filha rebelde as vezes, um beijo especial. Por tudo o que me ensinou - e ensina e aprende -, pela paciência, pelos "nãos", pelos carinhos, por todos os esforços e pela amizade. Amo muito você, mamãe! Beijo

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