Poeminha
Amigos, amigas, conhecidos desconhecidos. Abaixo deixo-vos com um poema de um grande amigo - e músico - André Dias.
Deliciem-se!
Boa noite...
"Vergonha, Desejo, Amor...
a janela aberta,
a pose discreta
o vento no oceano...
se você for uma flecha,
que, então, eu seja o alvo
que, assim me sinto salvo
de mim mesmo
vergonha é debochar de todo desprezo...
o branco porcelana...
o choro da criança
o tempo que corre sem fim
se você for um poema
eu quero o ser o papel
e assim, eu privo o céu
do meu lamento
desejo é reencontrar o que motiva
a areia que escorre pelas mãos
o bordão mais grave do violão
a chuva em campo aberto
a neblina de um dia incerto
se você for um planeta
que, então, eu seja um satélite
que assim eu fico em órbita
por alguém
amor é recordar que nunca é tarde"
Deliciem-se!
Boa noite...
"Vergonha, Desejo, Amor...
a janela aberta,
a pose discreta
o vento no oceano...
se você for uma flecha,
que, então, eu seja o alvo
que, assim me sinto salvo
de mim mesmo
vergonha é debochar de todo desprezo...
o branco porcelana...
o choro da criança
o tempo que corre sem fim
se você for um poema
eu quero o ser o papel
e assim, eu privo o céu
do meu lamento
desejo é reencontrar o que motiva
a areia que escorre pelas mãos
o bordão mais grave do violão
a chuva em campo aberto
a neblina de um dia incerto
se você for um planeta
que, então, eu seja um satélite
que assim eu fico em órbita
por alguém
amor é recordar que nunca é tarde"
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