Página virada
Nunca fui uma pessoa que gostasse de correr riscos, mas ultimamente esse tem sido meu passatempo favorito.
Em momento algum fui covarde, mas também nunca fui corajosa ao extremo. Ouvir “não” é coisa que não gosto e não procuro. Vou vivendo da melhor forma possível.
Mas algo tem mudado. Tenho me atrevido mais – e tirado bons resultados disso.
Hoje o medo daquilo que aconteceu há alguns anos passou completamente; não restou sequer uma pontinha de pânico para que eu pudesse lembrar e frear.
Virei uma página no capítulo das emoções e hoje me sinto tão mais forte... e viva!
Corro atrás do tempo que perdi olhando fixamente a um ponto e não enxergando mais nada. Muitas coisas ainda estão para acontecer, mas estou preparada. Não tenho medo de decepções porque não crio mais expectativas para anos; algumas horas me bastam.
Estou no limite entre a felicidade e aquele sentimento que não sei definir, algo “além da felicidade extrema”.
Sinto-me livre, forte, eu.
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