Quê? Quê? Quê?
Minhas dúvidas. Minhas perguntas. Tudo isso fica preso na garganta só esperando para despejar sobre você. Mas eu deveria estar insegura e, no entanto, o que mais tenho agora é certeza. Eu deveria estar louca, desvairada, mas sinto-me tão tranqüila que chego a me irritar. E rio. O que mais posso fazer? Penso na sua doçura e não tenho vontade de me aborrecer com o seu passado. Ignoro-o, na verdade. Como se nada existisse antes. Ao menos para mim.
E eu quero saber tanto sobre você... Quanto tempo tenho para isso? Quanto tempo antes de você dizer ‘chega!’? Interessante essa última frase, porque não penso em mim dizendo ‘chega!’; algo como eterno. Mais dúvidas e mais certezas. Pelo menos uma. Te quero.
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