Ainda há esperança
Ontem assisti um filme chamado: "Amigos, amigos. Mulheres à parte". Este fala de um cara que é contratado para ser um idiota e ajudar a reatar namoros. Um história meio complicada, é verdade. O cara é despojado, desbocado, idiota, mulherengo e nada bem engajado na carreia profissional. Entretanto, é, digamos, sensual. O filme pega ritmo quando este “profissional” é contratado pelo melhor amigo para fazer com que a mulher de sua vida perceba que ele também é o homem da vida dela. Mas tudo– principalmente em Hollywood – pode acontecer. O contratado se apaixona pela mulher que o amigo ama. Daí ocorrem várias loucuras até que, no fim, eles ficam juntos e blá, blá, blá.
O mais engraçado de filmes desse tipo é que é fácil deixar de ser um bad boy galinha e começar a ser um bom moço, apaixonado, fiel. Gostaria muito de saber se isso acontece na vida real: homem bonito, sensual, com dinheiro, com lábia e que tem qualquer mulher aos seus pés, deixar de sê-lo para transformar-se em “bom moço”, sempre honesto e romântico. Será que isso existe de fato nesse mundo longe das fantasias do cinema?
Bom, para saber disso, só mesmo vivendo. Portanto amigas, deem uma chance aos descarados para ver se eles conseguem superar o óbvio e se tornarem homens pudicos, fiéis, amorosos e românticos. Pelo menos uma coisa é certa: se eles não se corrigirem, vocês terão vivido momentos ímpares. Ou seja, tudo na vida deve ser aproveitado ao máximo e sempre há algo de bom no lixo (reciclar é preciso!).
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