LIBERTE SUA MENTE, SUPERE SEUS LIMITES, NÃO TENHA MEDO DE SER APENAS VOCÊ...
Ontem estava pensando em um tema de valor para escrever. Pensei em amizade, amor, sonhos e muitos outros. Todos ótimos, é verdade. Entretanto, não era exatamente sobre isso que eu queria discorrer. Arrumando meus DVD’s na estante, vi o filme “Fernão Capelo Gaivota”, baseado no livro de mesmo nome, cujo autor chama-se Richard Bach. Esse livro fora escrito em 1970 e ainda hoje é muito vendido. Talvez as pessoas não entendam o porque de um livrinho (sim, ele tem 78 páginas) chamar tanta atenção e ser re-editado ano após ano. Quem leu este livro sabe muito bem o motivo de tanta fascinação: o Fernão, personagem principal do livro, é uma gaivota. Porém, ao contrário da maioria das gaivotas, ele quer voar somente pelo prazer de fazê-lo, além da eterna vontade de superar seus limites, não por vaidade ou exibição, mas sim pelo amor à liberdade e à vida. O clã das gaivotas o chama de doido e faz várias insinuações sobre sua atitude enquanto ave que se acasala e voa apenas para comer. Mas o Fernão não se importa com que eles falam, simplesmente porque sabe que eles não imaginam a maravilha que é voar somente por voar, ultrapassando os
O Richard Bach, sabiamente, não estava se referindo às gaivotas e sim aos homens. Estamos sempre pensando em nossas contas, nossos afazeres, no que comprar, quanto gastar, a roupa ideal para tal lugar. Esquecemos a delícia de viver sem pressões. Esquecemos como é maravilhoso passar uma tarde despretensiosa frente ao mar, só olhando o fluxo d’água, as ondas batendo nas pedras, as andorinhas voando, o sol se pondo.
Nossas mentes estão antenadas na última moda, no dólar, nos carros novos, e casas, e computadores, e quaisquer outras coisas sem relevância. Não estamos interessados em praticar o bem, a caridade, o doar, a higiene de nossas mentes. Não estamos pensando em ser diferentes, em fazer diferente, em viver diferente. Os que fazem são apelidados ‘excêntricos’, ‘autistas’, ‘loucos’.
Superar nossos limites, aprender a cair e a levantar, ser benevolente, crescer espiritualmente, praticar a tolerância e a paciência, aprender a ouvir e a dizer ‘não’, parar com julgamentos precipitados e críticas ácidas a nós e aos outros. Nada disso se faz possível em nossas vidas.
Sempre achamos que teremos sempre mais oportunidades e que somos o que somos e pronto! A verdade é que a vida é um jogo de interesses e não dá tempo de olharmos para dentro. A auto crítica é sempre bem vinda quando o assunto é “o que estou fazendo por mim e pelos outros? Em que posso melhorar? Em que posso ajudar e fazer aos que amo feliz?”. São questionamentos que devem ser diários em nossas vidas.
Pense: você está superando seus limites? Está sendo melhor a cada dia? Está agindo de acordo com seu coração, de forma limpa e honesta? O teu trabalho te agrada? O que você quer dizer a alguém, mas não tem tempo nem coragem? Seja melhor. Viva melhor. Seu coração agradece. Sua alma enobrece.
PARA REFLETIR:
Andamos em fila indiana e cada um de nós carrega duas sacolas: uma que na frente e outra nas costas. A da frente leva nossas qualidades; a de trás, nossos defeitos. Nosso acerto: caminhar sempre em frente, um atrás do outro;
Nosso erro: olhar nossa sacola da frente e a sacola de trás pessoa que está adiante.
Pense nisso.
Um excelente início de semana para todos vocês!
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